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UM POEMA À CONDADO - PB

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CONDADO, TERRA QUERIDA



Condado, me recebestes
Como quem um filho abraça
Os meus sonhos recolhestes
E aos meus olhos se passa
O teu imenso carinho
A tua gente é um ninho
De amor e de cuidados
Querida cidade bela
Estás pintada na tela
Dos meus poemas bordados.

Como poeta do povo
Fui recebido em teu seio
E me senti Condadense
Enquanto estive em teu meio
Declamei, cantei, sorri,
Muitas coisas aprendi
Em tuas ruas pequenas
Me enchi de poesia
Com essa tua alegria
Das tuas faces serenas.

Visitei tuas belas águas
Que simbolizam esperança
E lembrei dos tempos áureos
Da minha pequena infância
Tu és tão bela e tão viva
E mesmo que eu conviva
Com outros povos da terra
Jamais te esquecerei
Pois meu coração deixei
E meu amor nunca encerra.

A poesia que faço
Não dá nem para descrever
O quanto te amo, cidade
Nisso você pode crer
O teu povo me saúda
E o meu trabalho estuda
Procurando me agradar
E agrada, certamente
E agora descontente
Preciso me retirar.

As obrigações não deixam
Que eu fique mais contigo
Deus sabe o quanto eu queria
Que tu foss…

2º EDIÇÃO DO JORNAL SERTÃO FOLHETIM

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VIDA LONGA AO MESTRE

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VIVA A POESIA!
Hoje o Jornal Sertão Folhetim lança uma página especial em homenagem ao Mestre Chico Pedrosa pelos seus 83 anos, no dia da poesia! VIVA AO MESTRE!

I FEIRA DA LITERATURA CEARENSE

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UM MOMENTO DE GRANDES ENCONTROS

Estive no último sábado (10), no Centro Cultural Banco do Nordeste no Centro de Fortaleza, participando da I Feira da Literatura Cearense, evento promovido pela Casa da Prosa em parceria com o BNB. Meu recital estava previsto para 17h ao lado do grande poeta Klévisson Viana.
Cheguei bem cedo afim de aproveitar melhor os encontros poéticos literários que esses momentos promovem. Além dos poetas que estou acostumado a sempre encontrar nos eventos de literatura popular, encontrei também outros que não via a muito tempo e outros que passei a rever de pouco tempo para cá, um dessas impolutas figuras é o poeta Alan Mendonça, que havia encontrado a algumas semanas na V Jornada Literária de Limoeiro do Norte, onde tive a oportunidade de ganhar, das mãos do próprio Alan, dois Cds com composições suas executadas por vários artistas. 

Alan Mendonça é natural de Russas, Ceará, e é poeta, escritor, produtor cultural e editor/proprietário da Editora Radiadora, que lança…

1º EDIÇÃO DO JORNAL SERTÃO FOLHETIM

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*Toda a edição e diagramação do jornal Sertão Folhetim é feita por Rafael Brito. Essa é uma edição semanal, que será publicada toda segunda-feira com matérias e poemas de vários autores de literatura popular.

O PRIMEIRO LIVRO

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APRESENTAÇÃO  DO PRIMEIRO LIVRO DE RAFAEL BRITO
Eu não tive a sorte e o prazer de nascer no sertão. Ouço dos meus amigos poetas, (os que contemplaram grandes coisas simples sertão a dentro), as fascinantes experiências de tempos de menino pelos lugares onde nasceram. Fico sempre maravilhado ouvindo, e imaginando, como um cinema em minha mente, tudo o que dizem. Queria eu poder contar também essas coisas fascinantes. Não tenho propriedade para isso, a não ser a que foi adquirida ouvindo cada um dos que ouvi.  Porém, apesar de não ter nascido no sertão, fui escolhido, talvez por força do destino ou por nosso Pai Maior, para propagar essas histórias eternizadas na memória do nosso povo. O certo é que sei que nasci para isso. É minha sina. Tive sim minhas experiências no sertão, e até hoje tenho, mas nunca quando criança que, como diz Arievaldo Vianna na apresentação de seu livro “O Baú da Gaiatice”: É no berço que formulamos as nossas descobertas mais geniais. Apesar de não ter tido esse co…

A PIMENTINHA DO FORRÓ

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UMA INCRÍVEL VISITA
      No último dia 03 (Março de 2018), tirei um tempo para cumprir uma promessa: visitar minha amiga Cecília do Acordeon. 10 anos apenas e uma alma de gente grande. Artista Nata!
    Conheci Cecília na II Feira do Cordel Brasileiro, onde ela fez sua primeira participação no evento. Eu, já veterano, recebi com muito prazer a presença dessa pequena grandiosa artista, e fui muito feliz nesse encontro.
     Desde então, fiquei devendo essa visita, sempre marcava mas os imprevistos não me deixavam cumprir a promessa. Mas dessa vez, de supetão, fui. Percorri 68 km e aproveitei cada momento da viagem. A paisagem, agora verde, mostrava que as chuvas haviam visitado constantemente aquelas bandas durante os últimos dias, e o ônibus, beirando a serra, percorria alegremente como quem caminha com uma canção doce na boca.
    Desci em Antônio Diogo, Distrito de Redenção e fui de moto táxi até a casa de Cecília, casa simples e acolhedora, tipicamente nordestina. Neidinha, mãe de Cec…